segunda-feira, 7 de janeiro de 2008



Já existem no mercado empresas que usam softwares de hackers para estudar o perfil de dadas comunidades. Baseadas no Big Brother e no sistema do ORKUT de quem vê quem, verdadeiro filet mignon do marketing no Brasil, essas empresas organizam bancos de dados e divulgam mailing lists para públicos extremamente segmentados.

Segundo a mesma lógica, empresas como a Philips contam com comunidades credenciadas no Second Life. o gerente de Relações com a Imprensa, Tales Rocha, aponta: "Nossa palavra de ordem no Second Life é co-criação. Validamos nossos conceitos nesse universo para tentar transpô-los do mundo virtual para o real. O Second Life é uma poderosa ferramenta para descobrirmos o que os usuários esperam de uma empresa como a nossa".

E completa: "Não podemos ignorar que atualmente um post no blog pode ser um formador de opinião muito mais poderoso que um veículo convencional, principalmente quando se trata de nichos específicos"

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